mesmo que em círculos.
15.2.11
como aqueles desenhos no tapete
minha identidade oceânica encontrou terras naquele violão. Vejo-me rodeada de ilhas e versos assim, despejados e despojados de um sentido metafísico, encontrando outros sentidos, que vão além do prazer da música e do pé no chão. E como não desejo encontrar sentido em todas as coisas...Gosto da ideia da busca, da incerteza de um caminho certo, da incerteza de uma saída. E gosto dos passos e principalmente dos caminhos que se cruzam.
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